Ryan Coogler, diretor de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, revelou detalhes emocionantes do roteiro original da sequência, que previa o retorno de Chadwick Boseman como T’Challa em uma trama profundamente ligada à paternidade e às tradições de Wakanda.
Segundo o cineasta, a história girava em torno de um ritual ancestral chamado Ritual dos 8. Nele, um príncipe de apenas oito anos deveria passar oito dias isolado na mata ao lado do pai. Durante esse período, a criança teria o direito de fazer qualquer pergunta, com a regra de que o rei seria obrigado a responder a todas, sem exceção.
A proposta narrativa colocaria T’Challa em uma jornada íntima e espiritual com seu filho, enquanto uma grande ameaça se aproximava. Ao longo desses mesmos oito dias, Namor lançaria um ataque contra Wakanda, forçando o Pantera Negra a lidar com um inimigo extremamente perigoso sem poder se afastar do garoto, já que o ritual exigia que pai e filho permanecessem sempre juntos, sem a presença de outros aliados.
A revelação evidencia o tom mais pessoal e emocional que o filme teria originalmente, explorando o legado de T’Challa não apenas como rei e herói, mas também como pai. Após a morte de Chadwick Boseman em 2020, o roteiro precisou ser completamente reformulado, resultando em uma abordagem focada no luto, na perda e na continuidade de Wakanda sem seu Pantera Negra original.
Mesmo não tendo saído do papel, a ideia reforça o quanto Pantera Negra 2 foi concebido inicialmente como uma história sobre herança, família e a passagem de responsabilidades entre gerações dentro do Universo Cinematográfico da Marvel.















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